{Cazuza: O Poeta Não Morreu!}

Cazuza, o poeta não está morto (18)

Quando pintou o Barão, eu tinha tudo para não dar certo.
Nunca fui cantor; eu gostava de compor!”

Cazuza*

Para todos os fãs, admiradores e apreciadores da boa música e do bom Rock and Roll nacional, o evento mais aguardado deste ano (pelo menos pra mim, fã incondicional) finalmente vai acontecer. Pra quem pensou que nunca conseguiria ver um show do seu artista favorito (porém não mais vivo) agora pode comemorar graças as novas e avançadas tecnologias. Um show que promete ser inesquecível!

Neste sábado, 30 de novembro, vai acontecer o GVT Music – Show Cazuza. O show holográfico em 4D (que ressuscitará Cazuza no palco)  será gratuito e realizado no parque da Juventude  às 19h00.

Músicos como George Israel, Nilo Romero, Leoni, Guto Goffi, Rogerio Meanda e Arnaldo Brandão (que acompanharam o cantor em vida e carreira) estarão presentes no palco tocando as 20 canções selecionadas para o setlist, dentre elas os clássicos como “Exagerado” e “Brasil”

Antes do show, será apresentado um documentário sobre Cazuza com depoimentos de sua mãe, Lucinha Araújo e dos amigos Pedro Bial e Nelson Motta. Além do documentário, o show será transmitido ao vivo no canal 1 da GVT HDTV.

Cazuza, o poeta não está morto (1)

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza, é o grande homenageado desse ano. Além do show holográfico, o poeta do rock também ganhou uma coleção especial de óculos e relógios da marca Chilli Beans para comemorar seus 55 anos.

Cazuza, o poeta não está morto (19)

Não bastando, ele foi o grande homenageado na abertura do Rock in Rio deste ano com o show “O Poeta Está Vivo”. O responsável pelo tributo foi seu grande parceiro Frejat, que levou ao palco artistas como Ney Matogrosso e Bebel Gilberto (que fizeram parte da vida pessoal de Cazuza), Maria Gadú, Rogério Flausino e Paulo Miklos, que cantaram os grandes sucessos do cantor que esteve presente na primeira edição do festival (em 1985) com a banda Barão Vermelho. O Museu da Língua Portuguesa (que fica localizado na Estação da Luz – São Paulo) inaugurou no dia 22 de outubro, a exposição “CAZUZA mostra sua cara”, com curadoria do arquiteto e cenógrafo Gringo Cardia (a exposição ficará em cartaz até o dia 23 de fevereiro de 2014).  E mais uma grande notícia para os fãs do poeta, estreou no Rio de Janeiro “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, O Musical”, que chegará em São Paulo ano que vem.

Cazuza, o poeta não está morto (13)

E como não poderia ser diferente, também vamos fazer nossa homenagem a esse grande artista.

Cazuza foi um artista que expôs na música o seu lado mais sensível. O cantor, que morreu dia 7 de julho de 1990, passou por várias fases na vida e na música. Cantou rock and roll e bossa nova, fez releituras de músicas como “Luz negra”, de Nelson Cavaquinho, e “O mundo é um moinho”, de Cartola, mas foi compondo que Cazuza se destacou.

Suas composições ficaram para a história da música popular brasileira. Suas letras amavam de verdade, gritavam liberdade e falavam de novidades. Cazuza era intenso na vida e na arte. Em nove anos de carreira, gravou 11 discos (dois ao vivo e um álbum duplo), ganhou prêmios como os de melhor letrista, melhor compositor e melhor música. Mas, além dos sucessos, como “Exagerado”, ”Bete Balanço” e “Ideologia”, ele deixou um legado de composições, algumas não tão conhecidas, mas não menos bonitas.

Em cada um de seus discos gravados, Caju (como era chamado pelos amigos íntimos), expôs as fases que vivia; as fases que viviam os jovens e que vivia o país.

Com o grupo de rock Barão Vermelho, Cazuza foi rebelde, bebeu do “rock and geral” e dançou na efervescência das novidades.

Cazuza, o poeta não está morto (14)

Foi no Barão que Cazuza conheceu aquele que seria um dos seus melhores amigos e maior parceiro musical, Roberto Frejat, com quem divide, junto com George Israel, a música “Amor, amor”, feita sob encomenda para o filme Bete Balanço, de 1984.

Cazuza, o poeta não está morto (15)

Mas como nem tudo na vida são “Milagres”, Cazuza não se sentia muito a vontade com o Barão Vermelho. Ele estava cansado de viver somente de rock. O menino do rio que cresceu ouvindo Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Roberto Carlos e Cartola queria desbravar novos caminhos, novos mundos, novas músicas… Queria cantar bossa, coisas novas… E assim novos parceiros surgiram, como Rogério Meanda, com quem divide a autoria de “Medieval II”, que faz parte do seu primeiro disco-solo, Exagerado. Mas os antigos parceiros continuavam na ativa junto a Cazuza. “Ritual”, música do disco Só se for a dois, foi a retomada dos amigos Frejat e Cazuza, que haviam brigado após sua saída do Barão.

Sozinho, Cazuza compôs a música “O assassinato da flor”. A letra mostra toda a sensibilidade do poeta que já sentia na pele os efeitos do vírus HIV.

No álbum duplo, Burguesia, último que lançou em vida, o cantor agradeceu, sofreu, criticou, foi pra “Manhatã”, e falou de como era ser filho único. Em apenas uma única música, fala de paz, de sonhos e de um amor diferente entre “Dois homens apaixonados”. Foi a partir de uma conversa entre dois homens apaixonados pela música que nasceu a letra “Hei, Rei!”, do álbum póstumo Por aí. Esses dois homens eram Cazuza e Roberto Carlos. Os versos da música nasceram depois do encontro entre os dois. “Ao cumprimentá-lo, disse assim: ‘E aí, meu Rei?’. Roberto retrucou: ‘E aí, meu Barão?’. Argumentei que há muito não fazia parte do Barão Vermelho. Mas Roberto foi rápido no gatilho e saiu-se com essa: ‘Para mim, você vai ser eternamente o meu Barão’. Frejat musicou essa, que seria sua última parceria com Cazuza, que deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas, escritos e poemas que estão presentes no livro Cazuza – Preciso dizer que te amo – Todas as letras do poeta.

Vinte e três anos depois de sua morte, suas músicas continuam mais atuais do que nunca! Vários artistas da MPB dão novas versões para seus sucessos, como “Codinome beija-flor”, regravado por mais de 20 intérpretes diferentes, entre eles Luiz Melodia e Cauby Peixoto. Em sua bagagem, Cazuza leva mais de 200 composições escritas, 34 delas feitas para outros intérpretes. “A cada dia que passa, eu estou me sentindo mais compositor. Fiz uma música para Ângela, e ela gravou. É engraçado isso… Acho que meu trabalho atingiu dos oito aos oitenta. Agora me considero um compositor profissional. É o que me dá prazer, muito mais até do que fazer shows.” A Ângela que Cazuza se refere é a Ângela Maria, e a música é “Tapas na cara”, uma rumba composta em 1987.

Em 1988, Cazuza compôs “Malandragem”, sucesso na voz de Cássia Eller e que teve peso fundamental para impulsionar a carreira da cantora carioca e fã do ex-Barão.

Cazuza, o poeta não está morto (20)

Mas essa música foi feita para um ídolo da sua adolescência, Ângela Ro Ro, que guardou a música durante anos, mas não chegou a gravá-la. Alguns anos antes, em 1975, Cazuza compôs “Poema”, interpretada por Ney Matogrosso em 1998. Esta música foi feita para sua avó materna, Maria. A curiosidade é que ele tinha apenas 17 anos quando a compôs.

Cazuza também teve muitos parceiros: os mais assíduos eram Frejat, Dé e Bebel Gilberto. Com estes dois últimos, Cazuza assinou “Mais feliz”, que teve gravação original da própria Bebel, regravada por Leila Pinheiro e Adriana Calcanhotto.

Hoje, esse poeta (que atingiu jovens de todas as décadas desde seu primeiro álbum lançado) continua vivo, mais vivo doq eu nunca em suas músicas que nos impulsionam a pensar e decifrar suas letras, que no fundo da gritaria do rock,são lindos poemas.

Cazuza, o poeta não está morto (9)

Espero que, no fundo, não se esqueçam do poeta que sou.
Que as pessoas não se esqueçam de que,
mesmo num mundo eletrônico, o amor existe.
Existem o romance e a poesia.
Que mais crianças venham a nascer e é fundamental o amor ao país.”

Cazuza*

* Frases retiradas dos livros “Cazuza – Só as mães são felizes” e “Cazuza – Preciso dizer que te amo, todas as letras do poeta”.

E você, também gosta do Cazuza? 😉

.

.

.

F&C - Ariane Arrabal

Você pode seguir o Feminina & Compulsiva também nas redes sociais:
♥   Facebook   ♥   Instagram   ♥   Pinterest   ♥   YouTube   ♥   Twitter   ♥

{Música: Música na Medida Certa}

música na medida certa 1

Sim, hoje nós vamos dedicar todo nosso amor e tempo as gordinhas mais simpáticas desse Brasil, que estão se esforçando (assim como eu) para ficarem gostosas para o verão (que já ta quase aí). Então aumente o volume do seu computador, tablet, celular modeeerno que agora nós vamos falar de bagaceira (sim, nós amamos essas músicas a lá Gambiarra que nos fazem cair na pista, soltar o gogó pra cantar e dançar que nem loucas. – digo isso por mim e pela dona Karol Oliveira, viu gente). Acho que já deu pra perceber que vamos conhecer um pouquinho mais sobre Preta Gil e Gaby Amarantos, essa duplinha que estão queimando muitas calorias na terceira edição do Medida Certa do Fantástico.

.

.

Música na Medida Certa

Pretinha (batizada como Preta Maria Gadelha Gil Moreira e filha do grande cantor e compositor Gilberto Gil, informação que todos já sabem ou ao menos deveriam saber e afilhada de Gal Costa) já fez de tudo nessa vida. Cantora, atriz, apresentadora, produtora, musa do carnaval e agora, participante do reality show dos gordinhos da  Globo, ela  (diferentes do que a maioria pensa) nasceu no Rio de Janeiro no dia 08 de agosto de 1974 (leonina, vai ver por isso que gosto dela). Preta fez e faz sucesso graças ao seu bom humor! Além das novelas e programas de televisão, ela já teve 4 discos lançados (e está se preparando para lançar seu quinto álbum), sendo eles: Prêt-à Porter (2003); Preta (2005); Noite Preta ao Vivo (2010) e Sou como Sou (2012). Do primeiro disco eu destaco a música (que pra mim é um hit) “Sinais de Fogo” que vocês podem conferir agora.

.

Preta Gil – Sinais de Fogo:

.

.

Música na Medida Certa

Gabriela Amaral dos Santos, popularmente conhecida como Gaby Amarantos, é a rainha do Tecnobrega (sim, eu sempre pensei que fosse odiar esse tipo de som, mas Gaby me encantou com sua breguice). A também leonina do dia 1º de agosto (já deu pra perceber que os leoninos tem muita estrela né, risos), nasceu em e foi criada em Belém. Assim como Preta, Gaby cresceu com a música. Com 15 anos cantava na paróquia do bairro que nasceu. Em 2002 ela formou a banda Tecno Show, mas foi sozinha que fez grande sucesso com a música “Xirley” (que eu adoro e que me fez conhecer seu trabalho). Mas seu sucesso se popularizou mesmo quando sua música “Ex Mai Love” foi o tema de abertura da novela das 19h Cheias de Charme (2012). Se você não conhece o som dela, vai poder ver o clipe da música que eu mais gosto e me jogo na pixta quando ouço.

.

Gaby Amarantos – Xirley:

.

Agora que você conhece um pouquinho mais dessas duas cantoras gente finas e super carismáticas, vamos torcer para que elas fiquem bem saradas e magrinhas para o verão que vem chegando por aí!

.

.

.

F&C - Ariane Arrabal

Você pode seguir o Feminina & Compulsiva também nas redes sociais:
♥   Facebook   ♥   Instagram   ♥   Pinterest   ♥   YouTube   ♥   Twitter   ♥

{Música: Centenário de Vinícius de Moraes}

Vinícius de Moraes

Neste mês de Outubro de 2013 comemora-se o centenário desse incrível e grandioso poeta, que transformava a vida e apresentava poesia de diversas maneiras.

Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça
É ela menina que vem e que passa
Num doce balanço, caminho do mar…”

(Vinícius de Moraes / Tom Jobim)

“Garota de Ipanema” é uma das músicas brasileiras mais conhecidas, tocadas e regravadas no mundo todo (até o astro da época, Frank Sinatra cantou os versos de Garota de Ipanema. E sim, ela é mais conhecida do que a música do Michel Teló, que nem se compara à obra e vida de Vinícius). Hino da Bossa Nova, a música que completou 50 anos em 2012 é uma das maiores parcerias de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, que se estivesse vivo, completaria em 19 de outubro 100 anos.

Vinícius de Moraes e Frank Sinatra – Garota de Ipanema:

Marcus Vinícius da Cruz de Melo Morais, ou simplesmente, Vinícius de Moraes foi o típico boêmio carioca. Autor de grandes canções, foi no colégio que ele começou sua trajetória compondo versos e poemas. Mas é tão difícil falar de um talento tão grande como Vinícius de Moraes que nem sei por onde começar… Sua trajetória na história da música brasileira é tão vasta e tão concreta, que se eu fosse falar de tudo, esse texto viraria uma resenha.

Vinícius era um homem apaixonado pelas mulheres e um assíduo poeta, não é a toa que ganhou o apelido de Poetinha. Seus poemas viraram lindas canções e se eternizaram. Mas antes de se tornar famoso por elas, Vinícius lançou alguns livros (muitos de poesias), mas foi através da música que seu nome ficou conhecido mundialmente. Além de compositor e cantor, ele foi um grande teatrólogo (Orfeu da Conceição, peça premiada que é de sua autoria), jornalista e diplomata.

Viníciues de Moraes

Foi ele, juntamente com Tom e João Gilberto, um dos responsáveis pelo surgimento, invenção e explosão da Bossa Nova em 1959, que aconteceu graças ao disco de estreia “Chega de Saudade”, de João. Este apresentava composições da dupla (Vinícius e Tom), que se tornou uma das mais importantes da história da música brasileira.

Mas não foi apenas de Bossa Nova que viveu Vinícius. Ele compôs centenas de canções: sambas, afrosambas, froxtrot… Muitas, sozinho. Muitas outras em parcerias. Seus principais parceiros musicais foram:

Antônio Carlos Jobim (Tom Jobim), com quem Vinícius de Moraes foi além de parceiro, grande amigo. Os dois, juntos, foram responsáveis por dezenas de belas canções e sucessos como: “Garota de Ipanema”, “Chega de Saudade”, “Eu sei que vou te amar” e “Água de Beber”.

Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes e Tom Jobim – Água de Beber:

Com Baden Powell, compôs o lindo samba Berimbau. Com Carlos Lyra, a “Marcha da quarta-feira de cinzas” (eternizada na voz da musa da Bossa Nova, Nara Leão) e com Edu Lobo compôs “Arrastão”, canção vencedora do primeiro Festival da Musica Popular da Record. Seu último grande parceiro foi Toquinho, com quem fez os clássicos “Carta ao Tom”, “Regra três” e “Tarde em Itapoã” (uma de minhas preferidas).

Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes e Toquinho – Tarde em Itapuã:

Essas (entre outras várias dele) mudaram a história da música brasileira. E não tinha como não nos lembrarmos desse mestre que cantou o amor, o belo e que levou nossa cultura musical, o nome do Brasil para outro patamar.

Vinícius de Moraes

Você gosta de Vinícius de Moraes? Tem alguma música ou poesia favorita? Conta pra gente!

.

.

.

.

F&C - Ariane Arrabal

Você pode seguir o Feminina & Compulsiva também nas redes sociais:
♥   Facebook   ♥   Instagram   ♥   Pinterest   ♥   YouTube   ♥   Twitter   ♥

{Música: Monsters Of Rock – Aerosmith}

aerosmith

De uns anos pra cá, o Brasil vem sendo a casa de grandes shows internacionais e festivais (que por sinal, faz muito sucesso com o público brasileiro). E após quinze anos de sua última edição no Brasil, o Monsters Of Rock volta nesse final de semana (19 e 20 de outubro) com muito rock’n Roll na Arena Anhembi, em São Paulo. Essa é a quinta edição do festival (que foi criado na Inglaterra na década de 80) em terras brazucas. As primeiras quatro edições realizadas aqui foram nos anos 90 (entre 1994 e 1996 e em 1998). Além de muito hard rock e heavy metal, o Monsters Of Rock também vai exibir filmes, exposições e concursos de bandas.

monster of rock

Os grupos que fazem parte do Line-up do evento deste ano são: Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Killswitch Engage, Hatebreed, Gojira, Hellyeah; Project46;  Whitesnake, Ratt, Queensrÿche, Buckcherry, Dokken, Dr. Sin, Doctor Pheabes;  Electric Age e Aerosmith, de quem vamos falar agora (e que eu queria, muito, mais muito mesmo ver).

a

Aerosmith

Quando penso em Aerosmith lembro-me da minha infância nos anos 90 e do filme Armageddon (que já me fez chorar, e muito). Mas a banda é muito mais que isso!

e

Em 1970, Steven Tyler (vocal); Joey Kramer (bateria); Brad Whitford (guitarra); Joe Perry (guitarra) e Tom Hamilton (baixo), formaram em Boston (EUA), uma das maiores bandas de Rock’n Roll do mundo. Com 15 álbuns lançados, mais de 100 milhões vendidos e inúmeros prêmios, eles dispensam apresentações.

f

O Aerosmith carrega consigo o estilo enraizado do Hard Rock baseado no Blues, além de incorporar elementos do Pop, Heavy Metal e R&B. Esse fenômeno já emplacou muitas músicas nas paradas de sucesso do mundo todo desde o lançamento do seu primeiro disco Aerosmith (1973). Dentre os sucessos da banda estão: Dream On (1973); Angel (1988); Janie’s Got A Gun (1989); Livin’ on the Edge (1993); I don’t Wanna Miss aTthing (1999); Hole in my Soul (1997); Jaded (2001).

d

Mas como toda banda tem sua musa inspiradora (ou deveria ter), acho que a grande estrela dos clipes do Aerosmith é sem dúvida a atriz Alicia Silverstone, que apareceu em três de seus maiores sucessos (ambos do álbum Get a Grip de 1993): Cryin’ , Crazy e Amazing. Essas três canções ficaram conhecidas como “Cryamazy Trilogy”. O sucesso foi tanto que a atriz chegou a ganhar a reputação e apelido de “The Aerosmith Chick” (“A Garota Aerosmith”). E foi nesse período que Silverstone ganhou o papel de Valerie Malone na série Beverly Hills.

h

Que tal ouvirmos então essa trilogia que incentivou a carreira de Alice e sem dúvida, fez com que o Aerosmith fizesse muito mais sucesso (merecidamente, porque essas músicas, pelo menos para mim, estão no meu top 5 da banda):

Aerosmith – Crazy:

Aerosmith – Cryin’:

Aerosmith – Amazing:

E você, foi ao Monsters Of Rock? Gosta do Aerosmith? Me conta 😉

.

.

.

.

F&C - Ariane Arrabal

Você pode seguir o Feminina & Compulsiva também nas redes sociais:
♥   Facebook   ♥   Instagram   ♥   Pinterest   ♥   YouTube   ♥   Twitter   ♥